Superliga feminina tem 12 estrangeiras campeãs nos últimos 10 anos

Superliga feminina tem 12 estrangeiras campeãs nos últimos 10 anos

Like
86
0
quarta-feira, 07 abril 2021
Superliga Feminina

Superliga feminina da temporada 2020/21 chegou ao fim na última segunda-feira (5). Assim, na final mineira, o Minas se tornou campeão ao bater o Praia Clube no jogo três e virar a série após ter perdido o duelo inicial. A equipe comandada pelo técnico italiano Nicola Negro conta com nomes importantes no cenário do vôlei brasileiro como a central Thaísa, bem como Priscila Daroit e Claudinha. Entretanto, o time também teve a ajuda de atletas internacionais para chegar ao título.

Apesar do limite de três atletas ‘gringas’ por clube, o Minas contou com as estadunidenses Megan Easy e Dani Cuttino. Assim, mesmo com o câmbio desfavorável por conta do pagamento em dólar, a equipe conseguiu bancar as atletas que ajudaram no título nacional.

De acordo com dados do site oficial da SuperligaEasy terminou o torneio em 11° lugar na categoria de melhor pontuadora. Dessa forma, anotou 285 pontos em 79 sets. Por outro lado, Cuttino ficou logo atrás, em 12°, com 310 bolas no chão em 86 parciais dentro da quadra.

Juntamente com o técnico Nicola Negro, ambas entraram para o seleto hall de estrangeiras campeãs da Superliga. Em levantamento realizado, nos últimos 10 anos, 12 pessoas (somando técnicos e jogadoras) que não nasceram no Brasil estão entre as campeãs do campeonato.

Gringas e gringos campeões da Superliga feminina

Atuando pelo Osasco no ciclo 2011/12, a americana Devin Hooker ajudou o time a superar o Rio de Janeira na final. Contudo, no ano seguinte, a equipe carioca superou as paulistas contando com a canadense Sarah Pavan e a estadunidense Logan Tom. O bicampeonato veio em seguida, mas, dessa vez, sem a presença de Tom, que deixou o time e deu espaço para Brankica Mihajlovic, da Sérvia.

O Rio seguiu sua jornada de títulos, mas sem nenhuma estrangeira no elenco da temporada 2014/15. Contudo, nos dois ciclos seguintes contou com a americana Courtney Thompson em 2015/16 e Anne Buijs, da Holanda, em 2016/17.

Campeão da temporada 2017/18, o Praia Clube teve a ajuda de Nicolle Fawcett. Já no ano seguinte, o então campeão Minas não contou com nenhuma atleta estrangeira dentro do elenco. Contudo, a classe de gringos não ficou sem representação, já que o técnico italiano Stefano Lavarini esteve no comando do clube.

Com o campeonato cancelado por conta da pandemia do novo coronavírus durante o ciclo 2019/20, a Superliga só voltou a ser disputada já na temporada 2020/21. Assim, com o título conquistado na última segunda-feira (5), o Minas acrescentou as estadunidenses Dani Cuttino e Megan Easy no hall das jogadoras, e Nicola Negro na ala dos técnicos.

Foto Destaque: Reprodução/Wander Roberto/Inovafoto/CBV

Avatar

Renan Liskai

Muito prazer! Sou Renan Liskai, paulista, natural de Santo André. Desde 1998 falando, respirando, sorrindo, chorando e enlouquecendo por futebol. A vida de goleiro não deu certo, mas o jornalismo se[...]

2 posts | 0 comments

Comments are closed.