Outros 5 boleiros que soltaram a voz em disco

Outros 5 boleiros que soltaram a voz em disco

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sexta-feira, 28 julho 2017
Futebol Brasileiro

A coluna “Cultura Poliesportiva” trouxe anteriormente cinco boleiros brasileiros, que, ainda em atividade, soltaram a voz em disco. Hoje falaremos de outros cinco craques que se arriscaram no microfone, não o dos repórteres de campo de rádio e tevê, mas o dos estúdios. E geralmente no auge de sua popularidade nos gramados.

O lendário Raul Plassmann, com camisa amarela e pinta de galã da Jovem Guarda, gravou um compacto em 1966 – Reprodução de internet

A exemplo do primeiro texto, deixo a critério dos leitores a avaliação se os cinco craques abaixo são boleiros cantores ou cantores boleiros.

 

Raul Plassmann

 

O ex-goleiro e ex-comentarista de tevê gravou, em 1966, o compacto “Eu Te Amo, Tu me Amas” (Bemol), no qual aparece na capa com a famosa camisa amarela, incomum para os arqueiros da época, que o imortalizou no Cruzeiro. No verso do compacto, um texto conta a história da chegada do então rapaz a Belo Horizonte, dois anos antes, e sua ternura com as garotas, qual estivesse falando de um ídolo da Jovem Guarda.

Jairzinho

 

O “Furação” gravou, um ano depois do Mundial de 1970, pela RCA, um compacto com os sambas “Jair da Bola” e “Falou Jair”. No verso do álbum, um bilhete do então atacante do Botafogo avisa: “Este disco não impede que eu continue jogando e me dedicando cada vez mais ao nosso querido futebol”.

 

Marinho Chagas

 

Lateral esquerdo que deu um chapéu no Rei Pelé logo na sua estreia pelo Botafogo, em 1972, gravou, 5 anos depois, o compacto “Eu sou Assim” (Copacabana). O clipe da faixa (disco-pop) que dá nome ao álbum (“A Minha Vingança” era a canção do lado B), embalada pela popularidade do “Diabo Loiro” à época, foi lançado em rede nacional pelo Fantástico, da TV Globo.

 

Sócrates

 

Em 1980, antes da Democracia Corintiana, o Doutor gravou o LP “Casa de Caboclo” (RCA Victor), o qual canta clássicos da música sertaneja, entre eles “Luar do Sertão” (Catulo da Paixão Cearense/Joãp Pernambuco) e “A Vida do Viajante” (Luiz Gonzaga /Hervé Cordovil). O disco é um dos muitos trabalhos artísticos de Sócrates que não tiveram o empenho desejado do craque.

 

Zico

 

Em 1982, o Galinho de Quintino gravou com o cantor Fagner o compacto “Fagner e Zico” (CBS). Ambos fazem duetos nas duas faixas, os sambas “Batuquê de Praia” e “Cantos do Rio”. Zico ainda faria, em 1993, uma ponta no disco do cearense “Uma Noite Demais”, gravado ao vivo no Japão e lançado no ano seguinte. O álbum é resultado de um show em um restaurante que marcou a despedida do ídolo do Flamengo dos gramados japoneses.

 

Crédito da imagem destacada: Reprodução de internet

Leonardo Guandeline

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