A briga esquenta pela posição de líbero na seleção masculina de vôlei do Brasil

A briga esquenta pela posição de líbero na seleção masculina de vôlei do Brasil

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domingo, 01 setembro 2019
Colunas

Desde que o técnico Renan Dal Zotto assumiu a seleção masculina de vôlei do Brasil, o revezamento entre os líberos é feito cotidianamente entre Thales e Maique. Desse modo, Thales na função de passador e Maique na função de defensor.

Por: Marcus Gleydson, por Dentro do Vôlei, de Governador Valadares, MG. 

É bem verdade que ambos fazem bem ao que se propõe o técnico da seleção brasileira Renan Dal Zotto. Mas nesses dois amistosos contra a Argentina que aconteceram sexta-feira (30) e sábado (31), aonde a seleção brasileira venceu o primeiro de 3 sets a 0 e o segundo de 3 sets a 1, não foi o revezamento habitual que costumávamos ver.

Tendo visto que próximo a olimpíada de Tóquio 2020, a competição só da oportunidade para um líbero ser inscrito. Por isso, o técnico Renan no primeiro jogo deixou Thales atuando integralmente para efetuar as suas ações em quadra, ou seja, que é recebendo e defendendo. Imediatamente, já no segundo jogo, foi a vez do jovem líbero Maique efetuar a ação constante de recepção e defesa. Portanto, necessário a avaliação criteriosa para saber quem será merecedor dessa vaga para Tóquio 2020.

Afinal, quem será o líbero da seleção masculina de vôlei?

O fato é que pudemos ver com clareza que a primeira ação que é a recepção leva vantagem. Por isso, a recepção passa a ser indispensável para uma equipe poder armar a sua jogada que poderá levar com êxito ao ponto. Principalmente no masculino, onde a força de saque é maior e nas últimas competições internacionais, os saques flutuantes têm sido uma arma letal. Ou seja, ter um líbero mais passador é fundamental.

No entanto, podemos ver que Thales é mais dominante dessa ação. Thales sempre foi um líbero passador, tranquilo e desde muito jovem, com várias experiências em grandes equipes como líbero principal. Na seleção, entre Thales e o jovem Maique, o primeiro larga na frente. Porém, Maique precisa mostrar sua qualidade na recepção, já que defendendo é soberano. Para que isso ocorra, terá que ser efetivo no clube como líbero integralmente nos jogos, recebendo e defendendo.

Sem dúvida, hátempo para escolher o líbero que defenderá a seleção brasileira na Olimpíada de Tóquio 2020. <as certo que Thales está um degrau a mais na frente do jovem Maique. Agora é com o técnico Renan Dal Zotto. Vamos aguardar e torcer para que vá o melhor.

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Por Dentro do Vôlei

Fotos da imagem em destaque: Instagram pessoal (Maique / @nadineeyes ) e CBV

Marcus Gleydson

Marcus Gleydson

Me chamo Marcus Gleydson Moreira, mineiro de Governador Valadares. Ex-atleta de vôlei e colunista do site Rádio Poliesportiva. Moderador do Instagram @pordentrodovôlei, onde trago várias matérias[...]

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