Lembranças das Copas!

Lembranças das Copas!

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segunda-feira, 21 maio 2018
Colunas

Por: Ivan Marconato, de São Paulo

 

Outro dia, estava assistindo ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que às vésperas da Copa do Mundo, faz um resumo com o perfil de cada um dos nossos craques do próximo mundial. Opa…. Eu escrevi “nossos”?  Sim, escrevi. Mas para quem bem me conhece sabe que o termo utilizado não passou de força de expressão; afinal de contas, quando você se torna jornalista esportivo, o lado crítico fica mais evidente, e o de torcedor tende a diminuir. Mas não há como qualquer ser humano que gosta de futebol ficar insensível às vésperas do início do maior evento do futebol mundial.

Então, por conta dos posts do colega Poliesportivo Bruno Filandra Lopes, que a cada dia posta uma imagem da Copa do Mundo, eu, também resolvi copiá-lo. E graças a sugestão do Paulo Arnaldo Lima, o ato de copiar Bruno Filandra, veio parar aqui, na coluna Toque de Letras. Afinal, desde hoje até o dia em que a Copa do Mundo começar, ( e até acabar), postarei um gol de Copa do Mundo nas minhas redes sociais. Entretanto, nem somente de imagens fotográficas, ou vídeos é que são preenchidas as redes sociais de um jornalista esportivo às vésperas da Copa. Claro que os textos também servem para incrementar as informações sobre os Mundiais.

Então, a fim de que os leitores da coluna Toque de Letras fiquem cientes, segue abaixo a postagem feita no meu facebook no dia 17 de maio.  Como sou muito precoce nessa história de Copa do Mundo, tendo assistido a primeira, de maneira traumática, aos seis anos de idade, ressalto aos leitores que em 2018, na Rússia é o décimo mundial de futebol que este que vos escreve acompanhará.  Então, para fazermos a contagem regressiva para a Copa da Rússia, nada melhor que relembrar fatos marcantes das Copas vistas por esse maluco. Acompanhe abaixo:

Espanha 1982 – A primeira, a gente não esquece. E aos seis anos de idade foi doído demais. Os três gols do Paolo Rossi naquele Brasil x Itália, me apaixonei por futebol.

México 1986 – Ainda me concentrando mais na Seleção Brasileira, claro. Mas fora a campanha da Argentina e o desempenho de Maradona, (que só faltou fazer chover), a bola na trave do Silas, na prorrogação de Brasil x França, e a bola na mesma trave, e nas costas do goleiro Carlos na disputa de pênaltis.Que pena galinho…. Se você tivesse desobedecido o Telê, Careca teria feito o gol de pênalti.

Diego Maradona foi a sensação e levou a Argentina ao segundo título mundial na Copa do México em 86. FOTO: FIFA / Site

 

Itália 1990 – Poucas coisas boas a lembrar, mas o time de Camarões na primeira fase da Copa foi bem legal. Também foi a única vez que me comprometi a colecionar álbuns de figurinhas. E completei. Dentro do campo, o Brasil foi eliminado muito cedo, nas 8 de final, fazendo seu melhor jogo diante da Argentina. Num grupo desunido e que só pensava em grana. A final foi tão chocha que o gol foi de pênalti

Estados Unidos – 1994 – Achei que o Brasil ganharia a Copa, por causa da morte do Ayrton Senna, em 1 de maio daquele ano. Como de fato, ganhou, mas não tinha uma coisa nada a ver com a outra. Dentro do campo, os jogos do Brasil contra Holanda e Suécia. (Que falta Branco, e que cabeçada, Romário). A final foi muito disputada, mas decidida nos pênaltis, a primeira a gente nunca esquece. Que golaço da Arábia Saudita contra a Bélgica. O saudita Saeed Al-Owairan entrou para a história das Copas.

França 1998 – Dentro do campo, três fatos: A preleção sensacional do Zagallo, antes da cobrança de pênaltis contra a Holanda nas semifinais. (Vi depois, porque na hora da cobrança, eu estava deitado sob a ponte Eusébio Matoso, em Pinheiros. Soube que o Brasil venceu, por conta dos fogos de artifício. Na final, a presepada de Zagallo, Ronaldo e Lídio Toledo, fazendo Ronaldo jogar depois de seis horas de ter uma convulsão. Claro que daria merda, como, de fato, deu. Além disso, o jogo entre EUA e Irã, com os jogadores das duas seleções abraçados depois da partida. Simplesmente espetacular. Outra lembrança boa, mas que até deu processo. A charge na porta do banheiro do antigo bar que o ex-atacante Romário abriu no Rio de Janeiro.  Ali comprovou-se que o Baixinho é criativo tanto fora, quanto dentro de campo.

Japão/Coréia 2002 – Denílson e os turcos atrás dele na semifinal e a redenção de Ronaldo. Sinceramente, depois da presepada de quatro anos antes, não fizeram mais do que a obrigação, a seleção vencer a Alemanha na final

Alemanha 2006 – Do Quadrado Mágico ao Quadrado Trágico. Juninho Pernambucano chorando antes do Hino Francês, na disputa quartas de final Brasil x França, foi de lascar. (Se eu sou treinador, tiro do time ao término do hino e o mando embora do estádio. Mas o Parreira, estava com uma vontade de ser técnico naquela copa que é melhor nem comentar. De resto, valeu pelo título da Itália, meu segundo time, por motivos de ascendência familiar.

África do Sul 2010. – Vi pouquíssimos jogos, por conta do trabalho. Mas Felipe Melo jogando na Seleção me dá coceira… Não dá, como de fato, não deu… A Espanha tinha um timaço e mereceu vencer a Copa, e entrar para o Hall dos campeões mundiais de futebol.

Brasil 2014. – Título mais do que merecido da Alemanha. Gastaram a bola, jogaram bonito e encantaram o público de Santa Cruz Cabrália, na Bahia, onde ficaram concentrados.

A coletiva do Parreira após os 7 a 1 é inacreditável! Dona Lúcia, definitivamente, não dá Parreira! Não me conformo como ninguém questionou pra você, ali na coletiva de imprensa, essa baboseira. PS: Eu não estava lá pra perguntar. E mais: será que alguém engoliu essa palhaçada toda?

Rússia 2018- Quais serão os fatos marcantes – É esperar pra ver. E para vocês amigos fanáticos por futebol? Quais foram os fatos mais marcantes das Copas que vocês assistiram?

 

 

Foto em destaque:  FIFA / Site

 

Ivan Marconato é jornalista, pós graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte e escreve semanalmente neste espaço a coluna Toque de Letras

Ivan Luis Marconato Rocha

Ivan Luis Marconato Rocha

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